quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Satisfação.



O que é a vida, senão uma constante luta por sobrevivência, um luta em busca de nossos desejos e anseios.
Ah! Essa vida de experiências de nós mesmos, de uma busca infinda de respostas para as questões que nós mesmos criamos, de extrema angústia, preparando-nos o impulso para o nosso próximo salto evolutivo. Uma existência de sentimentos pobres e rimas nobres.
Ah! Essa existência fatídica, cheia de tempestades e adversidades... Infortúnio!
O que querer, que não seja simplesmente uma busca absurda pela satisfação alheia e a nossa própria. Satisfação! O que te satisfaz? Existe satisfação! Existe contentamento? Ah! O velho contentamento descontente... A busca incessante pelo impossível, pelo inalcançável!
O que queremos provar para nós mesmos? O que queremos do mundo, da sociedade... o que queremos do governo?
Ah! Esse sonho inquietante, essa memória ardente!
Que vontade imensa de vomitar! Náuseas! É isso que o mundo me dá! Talvez pelo giro em torno de si, ou pelo giro em torno do Sol... Quem girou? Quem rodou? Eu? Não, você!
Como é fácil julgar o mundo, o outro... Como é fácil preencher o vazio com a miséria alheia! Como é fácil ser Humano!
Mal entende você, quem dirá, quiçá entender o tirano.
Mal entende a paz, quem dirá, quiçá entender o caos.
Mal entende a honra, quem dirá, quiçá, o homem entender o que é SATISFAÇÃO!
Mal entende o que é sanidade, agora me diz, homem! Como pode dizer que entende a loucura?
Que atrocidade fatal e inevitável!
Estamos no final! Então... Fim! Quero ser animal!

Douglas Piruzini.

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